Auditoria acadêmica
Paired Switching
Paired switching alterna um portfólio entre dois ativos negativamente ou fracamente correlacionados, mantendo aquele que teve o retorno recente mais forte e reavaliando a cada trimestre. Em nosso teste, o par é SPY (ações) e AGG (títulos), trocado com base no momentum trimestral.
O que encontramos
A troca é imune a viés de sobrevivência - ambas as pernas são ETFs amplos, então não há viés de deslistagem ou de nomes mortos para favorecer o resultado. Mas não se sustenta como um efeito genuíno: a margem de placebo é estreita (P96, apenas cerca de um ponto acima do limite P95), todo o registro se baseia em apenas 84 negociações, e o agregado é dominado por um único ano de jackpot em 2016 (o RF daquele ano foi 1335). Essa concentração torna o resultado muito frágil para ser considerado genuíno, então ele não atinge nosso padrão.
- Testado em um conjunto de ETFs líquidos (SPY e AGG), diariamente. Custos modelados realistas.
- Teste de placebo / robustez: resultado real vs cestas aleatórias ou sinais embaralhados (real vs o percentil 95 do aleatório)
Leia o artigo ↗
Pesquisa, não conselho de investimento. As pernas de fator “validadas” são blocos de construção diversificadores e neutros ao mercado com um pior ano de perdas — nenhuma é uma estratégia negociável autônoma. As métricas são sensíveis aos custos e modeladas (não preenchimentos ao vivo); a janela de teste de 2005–2026 está fora da amostra em relação ao artigo original. Os valores em dólar não são retornos e são omitidos por design.